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Internacional

12/08/2017 ás 19h17 - atualizada em 13/08/2017 ás 02h48

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Alessandro Pereira Dias

Maracaju / MS

Estado da Virgínia, nos EUA, declara emergência após choques em marcha supremacista branca.
Marcha de grupos de supremacistas brancos nos Estados Unidos
Estado da Virgínia, nos EUA, declara emergência após choques em marcha supremacista branca.
Marcha da supremacia branca

A realização da polêmica marcha “Unir à Direita”, convocada por um grupo de supremacistas brancos em Charlottesville (Virgínia, Estados Unidos), deixou vários feridos neste sábado (12) após enfrentamentos com opositores e provocou a declaração de estado de emergência.


Ainda que o início da marcha estivesse previsto para o meio-dia no Emancipation Park, no centro da cidade, minutos antes já começaram os primeiros confrontos violentos.


As palavras de ordem lançadas entre manifestantes, adornados com bandeiras confederadas e escudos de proteção; e os opositores, que acusam os organizadores de apologia a uma ideologia ultradireitista, rapidamente terminaram em chutes e murros.



Segundo a polícia de Charlottesville, os primeiros enfrentamentos se saldaram com vários feridos, sem detalhar a cifra exata ou a sua gravidade.


Por sua parte, o governador de Virgínia, Terry McAuliffe, se viu obrigado a declarar emergência estatal para “ajudar as autoridades a responder à violência”, segundo explicou em sua conta no Twitter.


Jason Kessler, organizador da marcha, destacou em um comunicado que a manifestação pretende defender a Primeira Emenda da Constituição, que protege a liberdade de expressão, e respaldar os “grandes homens brancos que estão sendo difamados, caluniados e derrubados nos EUA”.


A polêmica marcha foi organizada em protesto pela retirada de uma estátua em homenagem ao general confederado Robert E. Lee, que liderou as forças do sul durante a Guerra Civil americana, e depois da ocorrência de confrontos violentos na véspera.


A manifestação foi descrita como “o maior encontro de ódio em décadas nos EUA”, segundo o Southern Poverty Law Center, uma instituição que investiga grupos que fomentam a violência racial.


O assunto logo se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais. O ex-presidente Bill Clinton afirmou em seu perfil no Twitter que “assim como protegemos a liberdade de expressão, devemos condenar o ódio, a violência e a supremacia branca”.



 Charlottesville, situada a 300 quilômetros ao sudoeste de Washington, tem cerca de 46.000 habitantes e é sede da Universidade de Virgínia.





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FONTE: Joven Pan

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