contador de acessos
Sábado, 18 de novembro de 201718/11/2017
67 999069758
Nublado
21º
23º
26º
Maracaju - MS
Erro ao processar!
Synthesia
CIDADES
Rota do Sabor deve movimentar R$ 200 milhões por ano no setor primário.
Campo Grande produz apenas 4% do que consome.
Alessandro Pereira Dias Maracaju - MS
Postada em 15/08/2017 ás 17h08 - atualizada em 15/08/2017 ás 22h05
Rota do Sabor deve movimentar R$ 200 milhões por ano no setor primário.

Foto: Divulgação.

A Prefeitura de Campo Grande, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, de Ciência e Tecnologia (Sedesc), em parceria com a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), Uniderp Unidade Agrárias, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e Associação de Moradores da Chácara das Mansões está desenvolvendo o programa Rota do Sabor.


Integrante do Plano de Desenvolvimento Sócio Econômico do município, o projeto objetiva organizar a produção rural, reduzir a evasão de PIB, gerar emprego e renda no campo e pode vir a movimentar cerca de R$ 200 milhões em um ano.  A previsão se baseia no fato de que em 2016 o PIB do agronegócio foi de R$ 220 milhões, mesmo com uma produção local praticamente inexistente. Campo Grande produz apenas 4% do que consome.


Para o prefeito Marquinhos Trad, este crescimento só será possível graças as parcerias firmadas. “A Rota do Sabor é um programa que se não fosse a ajuda e a parceria de todos os envolvidos não nasceria. Juntamente com os parceiros, a expectativa é movimentar o equivalente a R$ 200 milhões por ano”, frisa.Ciente desse campo enorme a se explorar, a Prefeitura de Campo Grande, por meio da Sedesc, assinou um termo de cooperação mútuo entre as entidades civis e governamentais com a finalidade de promover atividades relativas à organização, desenvolvimento da cadeia produtiva de hortifrutigranjeiros e de comercialização da região da Chácara das Mansões.


Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, de Ciência e Tecnologia, Luiz Fernando Buainain, o mais importante para se atingir o objetivo do programa é proporcionar a experiência da construção de uma base sólida para a agricultura familiar. “Agricultura familiar não é plantar hoje e colher amanhã. Temos que ver a base estrutural de organização, de ajuste para que a gente possa movimentar esse setor tão importante na nossa capital. E através das técnicas, do conhecimento, das informações de como produzir que vamos ter uma melhor fluidez neste produto”, salienta.


Ele lembra que é preciso organizar a cadeia produtiva para que se possa fazer uma estruturação de uma cooperativa na região que contempla mais de 40 produtores. “Estamos fazendo junto com a UFMS uma cooperativa, uma organização estruturada, com passo a passo, colocando todo mundo na mesma página, mostrando a importância da organização para chegarmos efetivamente a criar a cooperativa”, explica.


Entre os vários ganhos dessa estruturação está o não desperdício da produção e a entrega do que realmente o mercado está consumindo.


O secretário de Governo, Antonio Lacerda, lembra que, para isso, serão criados locais estratégicos na cidade para o escoamento da produção. “Isso quer dizer que o produtor vai produzir e vai ter um lugar para entregar diretamente para a população. Ganha o município, ganha o agricultor e ganha o consumidor final”, diz.


Parceiros


Parceira no projeto, a ACICG teve papel fundamental desde o início. Presidente da ACICG, João Polidoro, explica que por a entidade conhecer a região viu que havia muita gente produzindo no local, mas sem apoio de outras entidades. “A gente viu que a cadeia não estava organizada. Nosso papel foi juntar a Sedesc, a UFMS, Uniderp para fazer essa organização e fazer com que esses produtores atinjam o mercado”, diz.


Diretor da Uniderp Agrárias, Fabio Julio explica que a universidade tem participado do projeto no sentido de prestar assessoria técnica da área agrícola, por intermédio dos alunos. “Para nós enquanto universidade é fundamental darmos essa contrapartida para a sociedade e também proporcionar aos acadêmicos a oportunidade de colocar em prática o que aprendem em sala de aula”, afirma.


Coordenadora da incubadora da Cooperativa da UFMS, Miriam Aveiro explica que a incubadora fez um diagnóstico para iniciar o trabalho, no sentido de não trazer projetos de fora, mas consultar a comunidade em relação ao quer queriam desenvolver. “Foi feito o diagnóstico participativo onde eles escolheram cinco projetos que serão trabalhados: peixe, frango caipira, fruticultura, hortaliça e a mandioca. Essa proposta é um projeto piloto, mas pretende-se expandir para outros locais”, diz.


Representando a comunidade, o presidente da Associação de Moradores da Chácara das Mansões, Djalma Pereira, diz que o projeto vai trazer um boompara a região. “Queremos que cada vez mais as pessoas possam produzir e gerar renda dentro da própria região. O projeto Rota do Sabor veio alavancar o crescimento que a Chácara das Mansões está tendo neste momento, creio que vamos nos tornar um polo de produção dentro de Campo Grande”, finaliza.


Sistema de Gerenciamento Agrícola

FONTE: Internet
O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos o direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou com palavras ofensivas. A qualquer tempo, poderemos cancelar o sistema de comentários sem necessidade de nenhum aviso prévio aos usuários e/ou a terceiros.
Comentários

Publicidade

Como conquistar o hoemen dos seus sonhos
Facebook

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Enquete
Se as eleições presidenciais do Brasil fossem hoje, em quem você votaria?

Bolsonaro
61 votos - 44.5%

Tiririca
39 votos - 28.5%

Lula
20 votos - 14.6%

Ciro Gomes
17 votos - 12.4%

© Copyright 2017 :: Todos os direitos reservados
Site desenvolvido pela Lenium