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POLÍTICA
Passar credibilidade nas feições é importante, diz dermatologista de personalidades da área política.
De acordo Steiner, atualmente as pessoas têm cada vez mais conhecimento do que pode agredir a pele no dia a dia.
Alessandro Pereira Dias Maracaju - MS
Postada em 17/08/2017 ás 13h47 - atualizada em 17/08/2017 ás 22h47
Passar credibilidade nas feições é importante, diz dermatologista de personalidades da área política.

Foto: Divulgação.

A questão da aparência e estética é importante em vários sentidos, como para a autoestima e colocação de pessoas no mercado de trabalho. Há hoje uma importância com a gestão pessoal. No mundo político, a situação não é diferente.


Em entrevista exclusiva ao programa do jornalista Augusto Nunes, Perguntar Não Ofende, da Jovem Pan, a dermatologista Denise Steiner, que foi e é responsável por cuidar da aparência de personalidades de grande importância no cenário político, inclusive ex-presidentes da República, disse que essas pessoas públicas precisam passar credibilidade no seu rosto. Segundo ela, alguns fatores são importantes para o político passar isso nas suas feições.


“O olhar pode ficar um pouco mais levantado, você pode tirar um pouco aquela expressão, alguma característica muito severa, que talvez não te aproxime daquela pessoa. Eu acho que o político tá preocupado em não envelhecer, porque ainda o envelhecimento é ligado a uma falta de capacidade. (…) Aparecer com credibilidade e o melhor possível de aparência, até porque isso vai significar que ele tem um cuidado com ele mesmo e que poderá projetar um cuidado com pessoas em geral”, explicou a dermatologista.


De acordo com Steiner, atualmente as pessoas têm cada vez mais conhecimento do que pode agredir a pele no dia a dia. A poluição de uma cidade como São Paulo, o sol, são exemplos que afetam a pele constantemente. A dermatologista afirma que uma série de questões são importantes para saber como se cuidar diariamente.


“É lógico que se uma menina de 16 anos vai procurar uma toxina botulínica (botox), talvez seja cedo. Agora, se ela vai pra entender que tipo de pele ela tem, como ela deveria cuidar, em que procedimento seria interessante em determinado momento, aí é legal. Pode começar cedo. Porque cuidar da pele, usar o filtro, hidratar, limpar adequadamente é pra qualquer idade”, disse.


Dilma e Temer


Steiner falou um pouco sobre a figura da ex-presidente Dilma Rousseff e do seu sucessor Michel Temer. Segundo a dermatologista, o atual presidente aparenta um cuidado bom para a sua idade (76 anos), mas tem pontos que daria para melhorar. O mesmo acontece com a petista.


“Eu acho que ele (Michel Temer) é uma pessoa que se cuida. Ele, proporcionalmente com a idade, tem uma pele bem cuidada. Eu acho que ele sobrecarrega alguns ‘tiques’ que ele faz, tem um pouco de flacidez”, disse.


“Dilma tem um pouco de assimetrias, mas ela precisaria melhorar um pouquinho os contornos, pra ficar um pouco mais proporcional. Porque chama um pouco de atenção o olho, essa região (do queixo)… isso suaviza”, completou.


Preconceito masculino e ciúmes entre profissões


O pensamento de que estética e esses tipos de tratamentos são “coisa de mulher” existe. Mas, atualmente, é “chocante” o tanto que mudou, de acordo com a dermatologista. Steiner lembra dos anos 90, quando foi lançado o primeiro remédio para calvice, como um “pontapé inicial” para as pessoas do sexo masculino olharem para a questão da estética como algo importante. E existem casais em que o homem se preocupa mais com o fator do que a mulher da relação.


“Tem casais que o homem é muito mais vaidoso, muito mais preocupado de se cuidar do que a mulher. O homem tá muito mais livre. Não há mais esse preconceito tão forte. Então, eu acho que ele tá procurando com mais facilidade. Mas ainda tem o homem que tem um resquício de machismo meio forte. Mas cada vez mais eles vêm aderindo até porque é uma exigência do trabalho deles”, afirmou.


Algo que ainda existe dentro deste segmento é uma espécie de “ciúme” entre as profissões. Para Steiner, é uma questão muito presente até hoje, mas enxerga a área da cirúrgia plástica como “amiga” da dermatologia, diferente do que acontece com outras.


“Muitas outras áreas estão invadindo a de dermatologia. Então nós temos biomédicos, fisioterapeutas, os dentistas, então é uma complicação muito grande onde estão envolvidas até as instituições que regulam essas profissões. Mas nós (dermatologistas) temos uma área de atuação que se mistura um pouco com o cirurgião plástico”, contou.


 


Confira abaixo a entrevista completa de Augusto Nunes com a dermatologista Denise Steiner.


 



 

Sistema Gerenciamento de Sindicato
FONTE: Joven Pan
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